A restauração do universo na encarnação
33. Este prefácio diz-se nas Missas do Natal e sua oitava, nas Missas durante a oitava, ainda que tenham prefácio próprio, exceto nas Missas com prefácio próprio dos divinos mistérios ou das Pessoas divinas, e nos dias feriais do Tempo do Natal.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente
nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por
nosso Senhor Jesus Cristo. No mistério do seu nascimento, Aquele que, por sua
natureza, era invisível, tornou-Se visível aos nossos olhos. Gerado desde toda
a eternidade, começou a existir no tempo para renovar em Si a natureza decaída,
restaurar o universo e reconduzir ao reino dos céus o homem perdido pelo
pecado.
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
No Cânone romano diz-se o Em comunhão com toda a Igreja próprio, nas Orações eucarísticas II e III faz-se também a comemoração própria do Natal. Nas Missas da vigília e da Noite do Natal do Senhor, diz-se: ao celebrarmos a noite santíssima; nas outras Missas, até à oitava do Natal, inclusive, diz-se: ao celebrarmos o dia santíssimo.
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