ORDINÁRIO DA MISSA
CELEBRADA COM O POVO
LITURGIA EUCARÍSTICA
21. Terminada a oração universal, inicia-se o cântico do ofertório. Entretanto, os
ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o missal.
22. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, apresentando o pão e o
vinho para a celebração da Eucaristia, e mesmo outros dons para as necessidades
da Igreja e dos pobres, conforme os costumes locais.
23. O sacerdote, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a com ambas
as mãos um pouco acima do altar, diz em voz baixa:
Diác: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo pão que recebemos da vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho do homem,
que hoje Vos apresentamos
e que para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, depõe a patena com o pão sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em
voz alta.
No fim, o povo pode aclamar
Ass: Bendito seja Deus para sempre.
24. O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice, dizendo
em silêncio
Diác: Pelo mistério desta água e deste vinho,
sejamos participantes da divindade
d’Aquele que assumiu a nossa humanidade.
25. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o com ambas as mãos um
pouco acima do altar, diz em voz baixa
Pres: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo vinho que recebemos da vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho do homem,
que hoje vos apresentamos
e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida, depõe o cálice sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode
proferir estas palavras em voz alta. No fim, o povo pode aclamar
Ass: Bendito seja
Deus para sempre.
26. A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio
Pres: De
coração humilhado e contrito sejamos recebidos por Vós, Senhor. Assim o nosso
sacrifício seja agradável a vossos olhos, Senhor nosso Deus.
27. Depois,
usando-se o incenso, incensa as oblatas, a cruz e o altar. A seguir, o diácono
ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
28. Em seguida, o sacerdote,
estando ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio
Pres: Lavai-me, Senhor,
da minha iniquidade e purificai-me do meu pecado.
29. Depois, estando ao meio
do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
Pres: Orai, irmãos,
para que o meu e vosso sacrifício seja aceite por Deus Pai todo-poderoso.
Ou:
Irmãos, ao oferecermos o sacrifício de toda a Igreja, oremos a Deus Pai
todo-poderoso.
Ou:
Orai, irmãos, para que as nossas alegrias e tristezas de
cada dia, unidas ao sacrifício de Cristo, sejam aceites por Deus Pai
todo-poderoso.
O povo levanta-se e responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este
sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Oremos.
Todos, juntamente com o sacerdote, oram em silêncio durante alguns
momentos.
Em seguida, de braços abertos, o sacerdote diz a oração sobre as
oblatas.
No fim o povo
aclama
Ass: Amém.
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