A dupla expectativa de Cristo
31. Este prefácio diz-se desde 17 a 24 de dezembro nas Missas do
Tempo e também nas outras Missas que não têm prefácio próprio.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por nosso Senhor Jesus Cristo. Foi Ele que os Profetas anunciaram, a Virgem Mãe esperou com inefável amor, João Batista proclamou estar para vir e mostrou já presente no meio dos homens. É Ele que nos dá a graça de nos prepararmos com alegria para o mistério do seu nascimento, a fim de nos encontrar vigilantes na oração e celebrando os seus louvores. Por isso, com os anjos e os arcanjos, os tronos e as dominações e todos os coros celestes, proclamamos a vossa glória, dizendo (cantando) numa só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
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